Dos sonhos que são escritos
As formas de um novo amanhecer
Dos contos que são perdidos
Das lágrimas que rolam ao anoitecer
As águas que parecem correr ao infinito
Nos sonhos que passam pelos pensamentos
Nas linhas que cruzam os desfiladeiros
Ao som dos pássaros nos bosques bonitos
As folhas das árvores cobrem o brilho do sol
No canto daquela escuridão um banco esta sozinho
Sento meu corpo onde ninguem pode me ver
Pra poder me calar aos problemas
Os cantos dos pássaros me colocam sinfonias nos ouvidos
Sinfonias que percorrem minhas veias
Que fazem o brilho do sol entrar em minhas entranhas
Que faz o brilho percorrer minha mente cansada
Aquela sinfonia me faz cair no sono
Deixando meu corpo relaxar ao som de Deus
Ao som que apenas el econsegue fazer
Que apenas ele consegue nos fazer repousar
Deixo aquele banco para voltar aos problemas
Mas sei que ali repousa meu descanso
Bem ao lado da sinfonia dos pássaros
E bem abaixo das folhas que escondem meu recanto
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
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