Ao toque do primeiro orvalho
A grama se levanta para esperar o sol
Os grãos de água estão por todo o campo
Caminham por todo o verde
O Sol nasce na montanha mais alta
Clareando os olhos que estavam adormecidos
As gotas aos poucos vão dando adeus
Vão embora para o céu distante
Levantamos nosso corpo para aquecermos nossas almas
Levantamos nossas vidas para uma nova jornada
Os raios nos levam as gotas antes de irem
As lembranças as preservam ao nosso lado
A nossa vida caminha como as gotas que se foram
Ao início lutamos para viver
Lutamos para nos sentirmos alguem
E buscamos alguem para nos sentirmos felizes
Quando passamos por algumas fases
Algumas gotas se vão e nunca mais veremos
Algumas gotas dão tchau, e veremos no futuro
E outras apenas veremos quando dermos Adeus
as vezes áquela gota que nos deixou a muito tempo
Aparece em nossos sonhos
Relembram histórias que apenas nós guardamos
E que passamos para nossas gotas ao lado
Passamos os momentos e olhaomos o tanto que temos
Um campo lotado de gotas que nos fazem ver
O Quanto importante somos
E o Quanto que conseguimos conquistar
As gotas vão e aparecem
Mas cada uma tem um nome e nenhuma é substituível
Cada gota tem sua importância
cada gota tem sua história
Alguasm histórias asão lembradas todos os dias
Algumas nos tiram lágrimas
Outras nos mostram o sorriso
Mas todas tem seu significado e sua passagem
O Sol esta se pondo em minha vida
Vou encontrar de novo aqueles que povoaram minha vida
As gotas nunca morrem
Só esperam em um lugar para podermos sorrir novamente
terça-feira, 28 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Sobras e Sonhos
Como poder ajudar aquele
Que não quer ajuda
Como poder enxergar aquele
Que prefere ficar escondido
Como as palavras podem ser lindas
Como podem tocar o coração
Levar as sobras para o prato principal
Levar os sonhos virarem realidade
As palavras tem poderes mágicos
Podem curar uma ferida
Ou torna-la incuravel
Pode fechar uma parede
Ou torna-la mais suave
Mais frágil que uma brisa
Os nossos olhos encarregam-se de nos guiar
Muitas vezes as palavras se tornam passageiras
E no prelúdio de sua validez
A palavra se escoa pelo vento
Rasteja pelas montanhas distantes
E se esconde nas entrelinhas das planícies
Como poder ajudar aquele
Que não quer ajuda
Como poder enxergar aquele
Que prefere ficar escondido
Onde as Sobras se tornam sonhos
Pelas palavras recitadas pelos Feiticeiros
Que iludem ao primeiro toque
Onde as Sobras se tornam sonhos
Pela justificativa de uma perda
Pelo compromisso de uma mentira
Onde as Sobras se tornam sonhos
Para alegrar os incrédulos
Que fazem de suas palavras um poço de mentira
Para que os sonhos não se tornem sobras
E os olhos possam acordar a tempo
E não se lobrigar com tanta mentira
Até que os sonhos sejam sonhos
E as sobras sejam sobras
Que não quer ajuda
Como poder enxergar aquele
Que prefere ficar escondido
Como as palavras podem ser lindas
Como podem tocar o coração
Levar as sobras para o prato principal
Levar os sonhos virarem realidade
As palavras tem poderes mágicos
Podem curar uma ferida
Ou torna-la incuravel
Pode fechar uma parede
Ou torna-la mais suave
Mais frágil que uma brisa
Os nossos olhos encarregam-se de nos guiar
Muitas vezes as palavras se tornam passageiras
E no prelúdio de sua validez
A palavra se escoa pelo vento
Rasteja pelas montanhas distantes
E se esconde nas entrelinhas das planícies
Como poder ajudar aquele
Que não quer ajuda
Como poder enxergar aquele
Que prefere ficar escondido
Onde as Sobras se tornam sonhos
Pelas palavras recitadas pelos Feiticeiros
Que iludem ao primeiro toque
Onde as Sobras se tornam sonhos
Pela justificativa de uma perda
Pelo compromisso de uma mentira
Onde as Sobras se tornam sonhos
Para alegrar os incrédulos
Que fazem de suas palavras um poço de mentira
Para que os sonhos não se tornem sobras
E os olhos possam acordar a tempo
E não se lobrigar com tanta mentira
Até que os sonhos sejam sonhos
E as sobras sejam sobras
sábado, 11 de outubro de 2008
Sociedade
Somos como cães que gospem o fogo
Como aqueles que julgamos
Aqueles que falamos
Somos daqueles que sentamos nas janelas
E deixamos o dia passar
E a lingua jorrar as palavras
O pobre morre na esquina
A mesma esquina que abriga uma planta
Que nasce do meio dos espinhos
Sufocada pelas estreitas paredes
Pisoteada pelo linguajar estranho
Espionada pelas linhguas desconhecidas
A planta se ergue assim como o pobre
Que tem de amanhecer e buscar seu pão
Seu orvalho do dia
Os espinhos sufocam
Podem deixar você se envenenar
Deixar sua angústia caminhar pelas paredes
Até que o raio de sol te encontra
E te dá a mão para levantar
Até que o dia nos faz seguir
A sociedade e suas línguas contra todos
A união dos hipócritas e suas escrituras
Contra o povo de seu sangue
Como aqueles que julgamos
Aqueles que falamos
Somos daqueles que sentamos nas janelas
E deixamos o dia passar
E a lingua jorrar as palavras
O pobre morre na esquina
A mesma esquina que abriga uma planta
Que nasce do meio dos espinhos
Sufocada pelas estreitas paredes
Pisoteada pelo linguajar estranho
Espionada pelas linhguas desconhecidas
A planta se ergue assim como o pobre
Que tem de amanhecer e buscar seu pão
Seu orvalho do dia
Os espinhos sufocam
Podem deixar você se envenenar
Deixar sua angústia caminhar pelas paredes
Até que o raio de sol te encontra
E te dá a mão para levantar
Até que o dia nos faz seguir
A sociedade e suas línguas contra todos
A união dos hipócritas e suas escrituras
Contra o povo de seu sangue
Por que
Porque sempre nos perguntamos
Porque o sol nasce a direita e se poe na esquerda
Porque sempre atrás das montanhas
E Porque sempre ao nascer acordamos
Porque sempre estamos tão vazios
E as vezes estamos sempre tão cheios
Porque corremos pra encontrar uma pessoa
E corremos pra fugir de outra
Porque somos sempre julgados
Porque sempre nos parecemos tão fracos
E porque somos as vezes tão burros a ponto de nos matar
Porque tantas pessoas gostam de maltratar
Porque crianças estão matando
E velhos estão morrendo
Porque o mundo esta cada vez mais cinza
O céu cada vez mais distante
As drogas cada dia mais perto
E Deus cada dia mais longe
Porque os corações se enchem de ambição
Porque as almas parecem retornar a noite
Porque o mundo esta se acabando
E as mãos dadas se separando
Porque sabemos tão pouco para viver
E as vezes muito para ficar livre
Porque conseguimos tão pouca coisa com muito esforço
E muitos, muitas coisas com a bunda pregada ao chão
As vezes nós fechamos a porta do quarto
E mais um dia se foi, mais um dia onde as perguntas são iminentes
E as vezes somos colocados e lado
E as vezes somos exaltados a glória
As vezes um amigo se torna inimigo
E uma declaração se torna seu maior sorriso
Então voltamos ao nosso quarto
E colocamos nossa cabeça ao travesseiro
Por Que?
Porque o sol nasce a direita e se poe na esquerda
Porque sempre atrás das montanhas
E Porque sempre ao nascer acordamos
Porque sempre estamos tão vazios
E as vezes estamos sempre tão cheios
Porque corremos pra encontrar uma pessoa
E corremos pra fugir de outra
Porque somos sempre julgados
Porque sempre nos parecemos tão fracos
E porque somos as vezes tão burros a ponto de nos matar
Porque tantas pessoas gostam de maltratar
Porque crianças estão matando
E velhos estão morrendo
Porque o mundo esta cada vez mais cinza
O céu cada vez mais distante
As drogas cada dia mais perto
E Deus cada dia mais longe
Porque os corações se enchem de ambição
Porque as almas parecem retornar a noite
Porque o mundo esta se acabando
E as mãos dadas se separando
Porque sabemos tão pouco para viver
E as vezes muito para ficar livre
Porque conseguimos tão pouca coisa com muito esforço
E muitos, muitas coisas com a bunda pregada ao chão
As vezes nós fechamos a porta do quarto
E mais um dia se foi, mais um dia onde as perguntas são iminentes
E as vezes somos colocados e lado
E as vezes somos exaltados a glória
As vezes um amigo se torna inimigo
E uma declaração se torna seu maior sorriso
Então voltamos ao nosso quarto
E colocamos nossa cabeça ao travesseiro
Por Que?
terça-feira, 7 de outubro de 2008
A Lágrima
Uma lágrima desce pelo meu rosto
Mais uma vez a página que arranquei de meu livro
Aparece estampada na capa
Momentos que esperamos deixar as nuvens
Aqueles que esperamos apenas extrair o suco
Não nos fazem sentir feliz
As vezes pensamos como somos fracos
Como somos idiotas a ponto de questionar nossa alma
A ponto de reescrever o que achamso certo
Nossa busca parece ter terminado com nosso erro
Nosso tombo, nossa desilusão
Nossa força parece ter desaparecido no tempo
Desaparecido da memória
Como esperar um sorriso se o tapa foi nas duas faces
Jesus sofreu por nós e nos mostrou que somos hipócritas
Mesquinho e egoístas
Somos as vezes demonios que buscam o sangue
Mas nos voltamos e percebemos que aquilo
Aquilo que passou, serviu de algo
O Cálice que nos colocou a frente o sangue
Agora nos mostra o Vinho
E nos da a chance de ser alguem novamente
Quanto devemos perdoar nosso inimigo?
7 vezes?
Não
70 x 7
Palavras do maior sábio do mundo
Jesus Cristo
Mais uma vez a página que arranquei de meu livro
Aparece estampada na capa
Momentos que esperamos deixar as nuvens
Aqueles que esperamos apenas extrair o suco
Não nos fazem sentir feliz
As vezes pensamos como somos fracos
Como somos idiotas a ponto de questionar nossa alma
A ponto de reescrever o que achamso certo
Nossa busca parece ter terminado com nosso erro
Nosso tombo, nossa desilusão
Nossa força parece ter desaparecido no tempo
Desaparecido da memória
Como esperar um sorriso se o tapa foi nas duas faces
Jesus sofreu por nós e nos mostrou que somos hipócritas
Mesquinho e egoístas
Somos as vezes demonios que buscam o sangue
Mas nos voltamos e percebemos que aquilo
Aquilo que passou, serviu de algo
O Cálice que nos colocou a frente o sangue
Agora nos mostra o Vinho
E nos da a chance de ser alguem novamente
Quanto devemos perdoar nosso inimigo?
7 vezes?
Não
70 x 7
Palavras do maior sábio do mundo
Jesus Cristo
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
As Gotas e os Sonhos
Enquanto a chuva descia dos céus
Eu colocava minha cabeça entre os joelhos
Deixava aquelas gotas me levar para um lugar melhor
Um lugar que eu possa sentir o calor
Deixava as gotas me lavarem e me mostrarem
O reflexo de meu rosto nas poças
As memórias de dias bons apareceram
Como o canto de um pássaro no alto das árvores
Não podemos voltar aos tempos passados
Apenas podemos olhar a página novamente
As páginas escritas por nossas mãos
Por nossas conquistas
As tristezas vem logo a frente
São as páginas de onde tiramos a força
Força pra conquistar um sorriso
Força pra levantar meu corpo
As gotas me mostraram que o passado não volta
Ele volta em nossos sonhos
Nos mostrando que sempre temos de aprender
E sempre iremos errar
Eu colocava minha cabeça entre os joelhos
Deixava aquelas gotas me levar para um lugar melhor
Um lugar que eu possa sentir o calor
Deixava as gotas me lavarem e me mostrarem
O reflexo de meu rosto nas poças
As memórias de dias bons apareceram
Como o canto de um pássaro no alto das árvores
Não podemos voltar aos tempos passados
Apenas podemos olhar a página novamente
As páginas escritas por nossas mãos
Por nossas conquistas
As tristezas vem logo a frente
São as páginas de onde tiramos a força
Força pra conquistar um sorriso
Força pra levantar meu corpo
As gotas me mostraram que o passado não volta
Ele volta em nossos sonhos
Nos mostrando que sempre temos de aprender
E sempre iremos errar
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
1º Postagem
Como os ventos
As poesias se lançam ao infinito
Deixando seus cantos e suas frases no passado
A melodia fica na mente
As palavras no coração
Como posso deixar um momento se acabar
Sendo que a música permanece
E as palavras sempre retornam
Como fazer o sol brlihar
Quando a nuvem o esconde
Como fazer os ventos se tornarem poesia
Quando eles passam tão rápido
Deixar um singelo momento
E as notas terminarem minha melodia
Terminarem de fechar meu coração
E abrir minha alma novamente
As poesias se lançam ao infinito
Deixando seus cantos e suas frases no passado
A melodia fica na mente
As palavras no coração
Como posso deixar um momento se acabar
Sendo que a música permanece
E as palavras sempre retornam
Como fazer o sol brlihar
Quando a nuvem o esconde
Como fazer os ventos se tornarem poesia
Quando eles passam tão rápido
Deixar um singelo momento
E as notas terminarem minha melodia
Terminarem de fechar meu coração
E abrir minha alma novamente
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