terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Momento da Princesa

Encontrando uma nova forma de sorrir
Encontrando um novo toque no horizonte
Uma princesa que desceu de sua torre
Seus cabelos jogados para que fosse escalado o castelo

Deixando o momento seguir
Deixando seguir o pulsar do relógio
Pare o tempo
A ampulheta da vida deixou o momento congelado

Congelado para sempre ser lembrado
Para durar um pouco mais
Durar o momento que durar nosso sorriso
Durar o momento que durar as chuvas no horizonte

Que a ampulheta faça o momento
Momento que durara para sempre
Para sempre e todo o sempre em memorias e alegrias
Um toque de uma princesa
Princesa dos sonhos

domingo, 7 de dezembro de 2008

Beijo

OBeijo nasce do nada
Cresce do outro
E acaba em poucos segundos

O sentimento nasce do nada
Cresce como uma semente
E acaba quando seu coração deixar

O Beijo dura o momento que pode durar
Fica guardado o momento que conseguimos viver
E tem seu toque guardado no mais profundo sentimento

Corre os toques e os carinhos
Corre os lábios e os cabelos
Corre as mãos e os olhos acompanham no pensamento
Fechados a aquele momento mágivo

O beijo se faz quando a semente cresce
Quando brota o sentimento do amanhã
Do toque de duas amas que estão vagando pelo mundo
Do toque de dois carinhos que passeiam pelo campo

As almas se juntam em um lábio que toca os sentimentos
Corre nos pensamentos
E despeja nos rios da lembrança

Incertezas e Frutos

A incerteza do amor
É como a petala sem cheiro
É como a agua que corre para lugar algum
É como o passaro mudo a seu cantar

Como uma chuva que cai sem fazer barulho
As notas que saiam do violindo se emudecem ao som do seu toque
As coisas parecem ter outro tom
Outro sabor

O Amor não nasceu pra ficar preso entre duas linhas
E sim pra ficar solto entre o horizonte
Deixar as notas soarem e os passaro mostrarem seu brilho
Que a chuva traga o cheiro da terra
E as petalas me façam sentir o gosto do amor

O gosto que corre por entre minahs mãos
Que esta em meu coração

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Dos sonhos que são escritos
As formas de um novo amanhecer
Dos contos que são perdidos
Das lágrimas que rolam ao anoitecer

As águas que parecem correr ao infinito
Nos sonhos que passam pelos pensamentos
Nas linhas que cruzam os desfiladeiros
Ao som dos pássaros nos bosques bonitos

As folhas das árvores cobrem o brilho do sol
No canto daquela escuridão um banco esta sozinho
Sento meu corpo onde ninguem pode me ver
Pra poder me calar aos problemas

Os cantos dos pássaros me colocam sinfonias nos ouvidos
Sinfonias que percorrem minhas veias
Que fazem o brilho do sol entrar em minhas entranhas
Que faz o brilho percorrer minha mente cansada

Aquela sinfonia me faz cair no sono
Deixando meu corpo relaxar ao som de Deus
Ao som que apenas el econsegue fazer
Que apenas ele consegue nos fazer repousar

Deixo aquele banco para voltar aos problemas
Mas sei que ali repousa meu descanso
Bem ao lado da sinfonia dos pássaros
E bem abaixo das folhas que escondem meu recanto

terça-feira, 28 de outubro de 2008

As Gotas no Campo

Ao toque do primeiro orvalho
A grama se levanta para esperar o sol
Os grãos de água estão por todo o campo
Caminham por todo o verde

O Sol nasce na montanha mais alta
Clareando os olhos que estavam adormecidos
As gotas aos poucos vão dando adeus
Vão embora para o céu distante

Levantamos nosso corpo para aquecermos nossas almas
Levantamos nossas vidas para uma nova jornada
Os raios nos levam as gotas antes de irem
As lembranças as preservam ao nosso lado

A nossa vida caminha como as gotas que se foram
Ao início lutamos para viver
Lutamos para nos sentirmos alguem
E buscamos alguem para nos sentirmos felizes

Quando passamos por algumas fases
Algumas gotas se vão e nunca mais veremos
Algumas gotas dão tchau, e veremos no futuro
E outras apenas veremos quando dermos Adeus

as vezes áquela gota que nos deixou a muito tempo
Aparece em nossos sonhos
Relembram histórias que apenas nós guardamos
E que passamos para nossas gotas ao lado

Passamos os momentos e olhaomos o tanto que temos
Um campo lotado de gotas que nos fazem ver
O Quanto importante somos
E o Quanto que conseguimos conquistar

As gotas vão e aparecem
Mas cada uma tem um nome e nenhuma é substituível
Cada gota tem sua importância
cada gota tem sua história

Alguasm histórias asão lembradas todos os dias
Algumas nos tiram lágrimas
Outras nos mostram o sorriso
Mas todas tem seu significado e sua passagem

O Sol esta se pondo em minha vida
Vou encontrar de novo aqueles que povoaram minha vida
As gotas nunca morrem
Só esperam em um lugar para podermos sorrir novamente

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Sobras e Sonhos

Como poder ajudar aquele
Que não quer ajuda
Como poder enxergar aquele
Que prefere ficar escondido

Como as palavras podem ser lindas
Como podem tocar o coração
Levar as sobras para o prato principal
Levar os sonhos virarem realidade

As palavras tem poderes mágicos
Podem curar uma ferida
Ou torna-la incuravel
Pode fechar uma parede
Ou torna-la mais suave
Mais frágil que uma brisa

Os nossos olhos encarregam-se de nos guiar
Muitas vezes as palavras se tornam passageiras
E no prelúdio de sua validez
A palavra se escoa pelo vento

Rasteja pelas montanhas distantes
E se esconde nas entrelinhas das planícies
Como poder ajudar aquele
Que não quer ajuda
Como poder enxergar aquele
Que prefere ficar escondido

Onde as Sobras se tornam sonhos
Pelas palavras recitadas pelos Feiticeiros
Que iludem ao primeiro toque

Onde as Sobras se tornam sonhos
Pela justificativa de uma perda
Pelo compromisso de uma mentira

Onde as Sobras se tornam sonhos
Para alegrar os incrédulos
Que fazem de suas palavras um poço de mentira

Para que os sonhos não se tornem sobras
E os olhos possam acordar a tempo
E não se lobrigar com tanta mentira
Até que os sonhos sejam sonhos
E as sobras sejam sobras

sábado, 11 de outubro de 2008

Sociedade

Somos como cães que gospem o fogo
Como aqueles que julgamos
Aqueles que falamos

Somos daqueles que sentamos nas janelas
E deixamos o dia passar
E a lingua jorrar as palavras

O pobre morre na esquina
A mesma esquina que abriga uma planta
Que nasce do meio dos espinhos

Sufocada pelas estreitas paredes
Pisoteada pelo linguajar estranho
Espionada pelas linhguas desconhecidas

A planta se ergue assim como o pobre
Que tem de amanhecer e buscar seu pão
Seu orvalho do dia

Os espinhos sufocam
Podem deixar você se envenenar
Deixar sua angústia caminhar pelas paredes

Até que o raio de sol te encontra
E te dá a mão para levantar
Até que o dia nos faz seguir

A sociedade e suas línguas contra todos
A união dos hipócritas e suas escrituras
Contra o povo de seu sangue

Por que

Porque sempre nos perguntamos
Porque o sol nasce a direita e se poe na esquerda
Porque sempre atrás das montanhas
E Porque sempre ao nascer acordamos

Porque sempre estamos tão vazios
E as vezes estamos sempre tão cheios
Porque corremos pra encontrar uma pessoa
E corremos pra fugir de outra

Porque somos sempre julgados
Porque sempre nos parecemos tão fracos
E porque somos as vezes tão burros a ponto de nos matar

Porque tantas pessoas gostam de maltratar
Porque crianças estão matando
E velhos estão morrendo

Porque o mundo esta cada vez mais cinza
O céu cada vez mais distante
As drogas cada dia mais perto
E Deus cada dia mais longe

Porque os corações se enchem de ambição
Porque as almas parecem retornar a noite
Porque o mundo esta se acabando
E as mãos dadas se separando

Porque sabemos tão pouco para viver
E as vezes muito para ficar livre
Porque conseguimos tão pouca coisa com muito esforço
E muitos, muitas coisas com a bunda pregada ao chão

As vezes nós fechamos a porta do quarto
E mais um dia se foi, mais um dia onde as perguntas são iminentes
E as vezes somos colocados e lado
E as vezes somos exaltados a glória

As vezes um amigo se torna inimigo
E uma declaração se torna seu maior sorriso
Então voltamos ao nosso quarto
E colocamos nossa cabeça ao travesseiro

Por Que?

terça-feira, 7 de outubro de 2008

A Lágrima

Uma lágrima desce pelo meu rosto
Mais uma vez a página que arranquei de meu livro
Aparece estampada na capa

Momentos que esperamos deixar as nuvens
Aqueles que esperamos apenas extrair o suco
Não nos fazem sentir feliz

As vezes pensamos como somos fracos
Como somos idiotas a ponto de questionar nossa alma
A ponto de reescrever o que achamso certo

Nossa busca parece ter terminado com nosso erro
Nosso tombo, nossa desilusão
Nossa força parece ter desaparecido no tempo
Desaparecido da memória

Como esperar um sorriso se o tapa foi nas duas faces
Jesus sofreu por nós e nos mostrou que somos hipócritas
Mesquinho e egoístas
Somos as vezes demonios que buscam o sangue

Mas nos voltamos e percebemos que aquilo
Aquilo que passou, serviu de algo
O Cálice que nos colocou a frente o sangue
Agora nos mostra o Vinho
E nos da a chance de ser alguem novamente

Quanto devemos perdoar nosso inimigo?
7 vezes?
Não
70 x 7
Palavras do maior sábio do mundo
Jesus Cristo

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

As Gotas e os Sonhos

Enquanto a chuva descia dos céus
Eu colocava minha cabeça entre os joelhos
Deixava aquelas gotas me levar para um lugar melhor
Um lugar que eu possa sentir o calor

Deixava as gotas me lavarem e me mostrarem
O reflexo de meu rosto nas poças
As memórias de dias bons apareceram
Como o canto de um pássaro no alto das árvores

Não podemos voltar aos tempos passados
Apenas podemos olhar a página novamente
As páginas escritas por nossas mãos
Por nossas conquistas

As tristezas vem logo a frente
São as páginas de onde tiramos a força
Força pra conquistar um sorriso
Força pra levantar meu corpo

As gotas me mostraram que o passado não volta
Ele volta em nossos sonhos
Nos mostrando que sempre temos de aprender
E sempre iremos errar

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

1º Postagem

Como os ventos
As poesias se lançam ao infinito
Deixando seus cantos e suas frases no passado
A melodia fica na mente
As palavras no coração
Como posso deixar um momento se acabar
Sendo que a música permanece
E as palavras sempre retornam
Como fazer o sol brlihar
Quando a nuvem o esconde
Como fazer os ventos se tornarem poesia
Quando eles passam tão rápido
Deixar um singelo momento
E as notas terminarem minha melodia
Terminarem de fechar meu coração
E abrir minha alma novamente